Pequinês


HISTÓRIA

Em virtude de as manifestações do lendário cão Foo, que afastava os maus espíritos, terem sido atribuídas ao Pequinês, ele era venerado na China como uma semidivindade. Os cidadãos tinham de reverenciá-lo. Roubar um deles representava a pena de morte e, quando o imperador morria, seu Pequinês era sacrificado para que pudesse fazer a viagem com seu dono, que poderia protegê-lo na vida após a morte.

A raça chegou ao Ocidente após 1860, quando as tropas britânicas invadiram o palácio
de verão na Segunda Guerra do Ópio. Fora ordenado aos guardas imperiais que sacrificassem os pequenos cães para que não caíssem nas mãos dos diabos estrangeiros, mas cinco deles sobreviveram. Estes foram então levados para a Inglaterra, onde um foi presenteado à Rainha Vitória. Destes espólios da guerra é que descende o Pequinês de nossos dias.


TEMPERAMENTO


São corajosos, combativos e leais. Propensos a problemas respiratórios, exigem cuidados quanto ao seu estado de saúde.


PROTEGIDO COM ACONCHEGO

Com todo o requinte oriental, eles eram levados nas mangas dos robes dos membros da corte chinesa, o que fez deles os verdadeiros "cães das mangas".